sexta-feira, 22 de março de 2013


A Maldição do bebum (Cuca Soza)

A Maldição do bebum da cidade
Entre loucuras e devaneio, sempre tem muita verdade

Bebia todo dia e toda a noite sempre no mesmo bar
Perto da avenida onde tinha muita gente pra lhe escutar
Bebia um whisky, desses vagabundos, o mais barato
Suas histórias começavam depois de um trago no cigarro
O mundo ia acabar com puro ódio, sem amor e nem esperança
Atrocidades, fome, descaso e vingança

Em uma sexta 13 ele tava mais bebado do que costumava
De suas roupas um cheiro forte de enxofre exalava
Ele dizia que dessa vez ele foi pro inferno pra beber com o diabo
Lhe ofereceu armas, o melhor whisky e o melhor cigarro
O diabo contou todos seus planos, queria alguém só pra conversar
E que esse alguém aqui na terra pudesse o seu plano espalhar

No outro dia ele não estava em seu normal
As suas roupas ja não estavam mais queimadas
De fim de mundo ao sobrenatural
Fez pactos, foi em encruzilhadas

Desse jeito ninguém vai entender...
Quer voltar ao inferno
Vestiu seu melhor terno
E saiu pra beber

A Maldição do bebum da cidade
Entre loucuras e devaneio, sempre tem muita verdade