quarta-feira, 15 de junho de 2016


Assim eu sou. Simples assim.(Homenagem ao saudoso Zézinho)
Letra: Cuca Soza 


Na minha lápide escrevam que eu nunca amei
E que todo relacionamento que eu tive, eu arruinei
Espalhem por aí que eu não soube amar
Podem dizer que eu não saia do bar


Que eu era egoísta e só pensava em mim
Que até foi muito justo ter morrido assim

Sozinho e esquecido sentado no balcão

Com um sorriso no rosto e um drink em cada mão.

Muitos vão dizer que não sentirão falta do canalha que eu sou
Mas de todos os canalhas, eu sou o canalha mais rock 'n' roll 

Nunca me arrependi de ter sido sempre assim

Quando escutarem "The Animals" irão lembrar de mim.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Não vou, nem vou e nem quero.
(Letra: R.S. Ribeiro)

La fora tudo esta normal como sempre devia estar
Os cachorros latem e os pássaros a cantar
Aqui dentro tudo fechado, sempre escuro e vazio
Esperando esse calor ir embora e voltar o frio

É o fim do ciclo de algumas coisas que pensei que iam durar
Mas não acaba a minha existência, nem a decadência vem me abraçar
E essa luz no fim do túnel é tão clara que chega a cegar
Que me perturba e me afasta de onde eu devia estar

Não vou mais dizer que eu te espero
Nem vou pedir o seu perdão
Não quero que pense que eu te quero
De mim ouvira um sonoro não

Não vou mais dizer que eu te amo
Nem vou abrir meu coração
Nem quero estar ao seu lado
Uma mistura de loucura e paixão


Não vou, nem vou e nem quero

sábado, 20 de junho de 2015

Sou apenas um Cara (texto antigo...muito antigo)


Sou apenas um Cara.
Que ouve o passado pensando no futuro
Que tenta enxergar no escuro
Ou que se ilude sozinho no nada
Do pensamento d'alguma estrada

Tenho mil faces, sim eu sei
Mas a cada gole, apresento uma
Qual é o meu erro?
Gosto de viver a vida.

Culpado.

Foge enquanto pode.
(Cuca Soza)

Foge enquanto pode agora é tarde pra voltar atrás
Você tomou sua decisão e eu te dei a minha bênção.
Agora é tarde, é sempre tarde, vc não muda, tarde demais.

Prefere não confiar em ninguém
E ainda briga por causas imbecis
Olhe as suas atitudes
Como vc quer que o final seja feliz.

Foge enquanto pode agora é tarde pra voltar atrás
Você tomou sua decisão e eu te dei a minha bênção.
Agora é tarde, é sempre tarde, vc não muda, tarde demais.

O Rock apanha mas não morre.
Zé REVOLTA.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Incomodado

Não é que eu me sinta incomodado
mas tenho a obrigação de ter que desabafar
Não gosto de ser controlado
e quando eu estou bebendo você diz pra eu parar

Sei que o que eu faço não é certo
Mas depende do momento é minha forma de expressão
Sei que eu bebo muito e assim vou bebendo
e depende do momento é só pura diversão

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Até o dinheiro acabar (Cuca Soza) Zé REVOLTA.

E eu que pensava que ia ter que dormir mais cedo
Só porque com ela comecei a namorar
O problema é que não durmo mais em casa
E por causa dela não saio mais do bar

Não sobra dinheiro pra pagar o aluguel
Não sobra dinheiro pra pagar o carro
Não tenho dinheiro pra comprar um pastel
E nem dinheiro pra compra cigarro

Essa mulher ta me deixando falido
Por causa dela eu sempre to quebrado
Eu me lembro quando andava sozinho
era solteiro mas sobrava um trocado


Eu pensava que ia ter que parar de beber
Pegar mais leve e parar de fumar
Junto com ela eu bebo a noite inteira
Vou me acabando até o dinheiro acabar

Não sobra dinheiro pra comprar uma camiseta
E das cuecas eu nem falo a situação
To decretando estado de pobreza
A gasolina do carro é conhaque de alcatrão.

sexta-feira, 22 de março de 2013


A Maldição do bebum (Cuca Soza)

A Maldição do bebum da cidade
Entre loucuras e devaneio, sempre tem muita verdade

Bebia todo dia e toda a noite sempre no mesmo bar
Perto da avenida onde tinha muita gente pra lhe escutar
Bebia um whisky, desses vagabundos, o mais barato
Suas histórias começavam depois de um trago no cigarro
O mundo ia acabar com puro ódio, sem amor e nem esperança
Atrocidades, fome, descaso e vingança

Em uma sexta 13 ele tava mais bebado do que costumava
De suas roupas um cheiro forte de enxofre exalava
Ele dizia que dessa vez ele foi pro inferno pra beber com o diabo
Lhe ofereceu armas, o melhor whisky e o melhor cigarro
O diabo contou todos seus planos, queria alguém só pra conversar
E que esse alguém aqui na terra pudesse o seu plano espalhar

No outro dia ele não estava em seu normal
As suas roupas ja não estavam mais queimadas
De fim de mundo ao sobrenatural
Fez pactos, foi em encruzilhadas

Desse jeito ninguém vai entender...
Quer voltar ao inferno
Vestiu seu melhor terno
E saiu pra beber

A Maldição do bebum da cidade
Entre loucuras e devaneio, sempre tem muita verdade